Por Trás dos Bastidores da IA: Minha Jornada Entre Cursor, Claude e o Impacto Surpreendente do Gemini CLI
Há alguns meses, encarei o desafio de criar o UserJot — sem saber que cairia de cabeça numa espécie de “leilão selvagem” das IAs de programação. O que começou com confiança no Cursor e no Opus tornou-se uma saga carregada de comparações, planos caros, boatos em grupos e, claro, reviravoltas de gigantes como Google. Senti na pele o que é ser desenvolvedor em 2024: cada semana, uma surpresa nova (e às vezes bem-vinda). Mas calma — vou contar como fui do conforto do Cursor ao duelo feroz entre Claude Code e o imbatível Gemini CLI gratuito — e as pequenas incertezas que vêm junto. Borá acompanhar?
O Leilão dos Preços de IA: Quando Grátis Compete com $200/mês
Se tem uma coisa que mudou radicalmente meu dia a dia como desenvolvedor com IA foi a guerra de preços entre as principais ferramentas de AI code completion. Nos últimos meses, vi de perto o cenário se transformar: todo mês um novo plano, uma oferta relâmpago, e aquela sensação de que “agora vai”. Mas foi só o Google lançar o Gemini CLI gratuito que o jogo virou de verdade.
Comparativo real: Cursor, Claude Code Max e Gemini CLI gratuito
Para quem está de fora, pode parecer tudo igual, mas na prática, cada plano tem limites e preços que mudam completamente a experiência. Olha só essa tabela que montei com os dados mais recentes:
|
Plano |
Preço |
Limite de Uso |
|---|---|---|
|
Cursor Pro |
$20/mês |
225 requisições/mês |
|
Cursor Pro+ |
$60/mês |
675 requisições/mês |
|
Cursor Ultra |
$200/mês |
4.500 requisições/mês |
|
Claude Code Pro |
$20/mês |
10-40 prompts a cada 5h |
|
Claude Code Max |
$200/mês |
200-800 prompts a cada 5h |
|
Gemini CLI |
Grátis |
60 solicitações/min, até 1.000/dia |
O que mais me chamou atenção foi ver até os mais resistentes admitindo:
“Até os mais resistentes estão reconhecendo que o plano Max de $200 do Claude Code vale a pena, já que oferece limites de uso muito superiores ao Ultra do Cursor na mesma faixa de preço.”
Sentindo o “valor” de verdade
Com o Cursor IDE, sempre tive aquela sensação de estar no limite: cada requisição contada, medo de ficar sem créditos no meio de uma sprint. Quando testei o Claude Code Max, a diferença foi gritante. Os limites generosos e a qualidade do Opus 4 realmente entregam valor, principalmente para quem depende de IA para revisar código, sugerir melhorias e automatizar tarefas.
O fator Gemini CLI: Google chacoalha o mercado
Mas aí veio o Gemini CLI gratuito. De repente, qualquer dev pode acessar 1.000 requisições por dia, sem pagar nada. O Google não só igualou, mas superou a média de uso dos devs, segundo eles próprios. E não é uma solução improvisada: estamos falando de integração com o Gemini 2.5 Pro, contexto gigante, multimodalidade e código aberto. Para quem usa VS Code, ainda tem integração nativa.
Discussões, migrações e busca pelo melhor custo-benefício
O resultado? Discussões acaloradas em grupos, gente migrando de plano, e todo mundo repensando se vale mesmo pagar caro por IA. O leilão dos preços está só começando, e nunca foi tão vantajoso ser desenvolvedor com IA. O desafio agora é escolher entre o “de graça” do Google e o “premium” do Claude Code Max. E, sinceramente, nunca vi tanta opção boa disponível.

Por Dentro da Experiência: Cursor, Claude, Gemini e os Dilemas do Dev Moderno
Alternar entre ferramentas de IA no dia a dia de desenvolvimento virou quase um ritual para mim. Cada uma tem seus encantos e suas frustrações. O Cursor AI foi meu companheiro fiel por meses no desenvolvimento do UserJot, principalmente com os modelos Claude Sonnet e Opus 4. A experiência sempre foi sólida, mas, conforme o projeto crescia, comecei a sentir os limites impostos pelos planos do Cursor. O lançamento dos novos planos — Pro, Pro+ e Ultra — trouxe melhorias, mas, sinceramente, ainda sinto que a concorrência está um passo à frente, especialmente quando o assunto é AI code completion em projetos mais complexos.
O Opus 4 do Claude Code, por exemplo, virou referência entre os devs que conheço. Ele entende contexto como poucos, gera código limpo e, o mais impressionante, identifica aqueles casos de borda que normalmente passam batido. Não é à toa que, mesmo com o preço salgado do plano Max, vejo muita gente migrando do Cursor para o Claude. O dilema é real: vale pagar caro pelo desempenho do Opus 4 ou apostar na gratuidade do Gemini CLI?
Foi aí que o Google lançou seu “tiro de canhão”: o Gemini CLI, rodando sobre o Gemini 2.5 Pro, totalmente gratuito para uso individual. Não é só o preço que impressiona. Como muitos desenvolvedores já comentam,
O diferencial não é apenas o preço. O Gemini CLI não é uma solução improvisada pelo Google: ele roda sobre o Gemini 2.5 Pro, considerado o modelo predileto de muitos desenvolvedores.
Com uma janela de contexto de 1 milhão de tokens, consigo alimentar o Gemini com praticamente todo o código do UserJot sem perder desempenho. Além disso, a multimodalidade permite trabalhar com PDFs, imagens e sketches, tudo integrado. E para quem usa VS Code, a integração com o Gemini Code Assist é um bônus que faz diferença no fluxo de trabalho.
Na prática, a escolha entre Opus 4 e Gemini CLI mexe diretamente com minha produtividade. O Opus 4 me dá confiança para entregar features complexas com menos revisões. Já o Gemini CLI, com seus 1.000 prompts diários gratuitos, me permite experimentar, errar e iterar sem medo de estourar orçamento. Cada nova funcionalidade do UserJot vira um pequeno laboratório, onde testo limites das ferramentas e comemoro microvitórias — como quando a IA sugere uma refatoração perfeita ou encontra um bug escondido.
Esse cenário de disputa entre Cursor, Claude e Gemini me obriga a repensar constantemente meus fluxos. O debate interno é inevitável: será que vale abrir mão do Opus 4 para economizar com o Gemini CLI? Ou ainda faz sentido insistir no Cursor, mesmo com suas limitações? O fato é que, hoje, a experiência do dev moderno é feita de adaptações rápidas, experimentação constante e, claro, uma boa dose de curiosidade tecnológica.

Wild Card – O Efeito Google: Estratégias, Analogias e (Quase) Nostalgia
Se tem algo que aprendi nesses meses como desenvolvedor com IA é que o mercado nunca fica parado por muito tempo. Quando achei que já tinha entendido o jogo entre Cursor AI features e Claude Code, o Google apareceu com o Gemini CLI gratuito e virou tudo de cabeça para baixo. Não tem como não lembrar de outros momentos históricos em que o Google chegou “atrasado”, mas mudou completamente as regras.
O “Cânion de Preços” e as Lições do Passado
Quem viveu a época do Gmail sabe do que estou falando. Lembro bem do choque quando, do nada, o Google ofereceu 1GB de espaço — enquanto Hotmail e Yahoo davam uns míseros 2MB. Foi um divisor de águas. O mesmo aconteceu com o Chrome, que entrou no mercado quando o Firefox já era queridinho dos devs, mas trouxe velocidade e simplicidade que ninguém esperava. Agora, vejo esse déjà vu com o Gemini CLI gratuito: “Por que pagar $200/mês se você pode obter mais de graça?”
Estratégia Google: Chegar Depois, Mas Chacoalhar o Mercado
O padrão se repete. O Google observa, espera o momento certo e, quando entra, oferece algo tão agressivo que obriga todo mundo a repensar suas escolhas. O Gemini CLI gratuito não só entrega mais limites de uso do que Cursor AI features ou Claude Code Max, mas faz isso sem cobrar nada do desenvolvedor individual.
O momento escolhido não poderia ser mais oportuno: justo quando o Claude Code ganhava tração com os planos Pro/Max integrados, o Google lança sua alternativa gratuita.
Questionamento Aberto: As Outras IA’s de Código Vão Acompanhar?
Essa movimentação do Google me faz pensar: será que Claude e Cursor vão conseguir acompanhar esse ritmo? Nos fóruns, vejo a mesma energia de quando o Chrome foi lançado. Discussões acaloradas, comparações de features, e muita gente migrando só pelo custo-benefício. O Gemini CLI, além de gratuito, é open source, multimodal, e já chega integrado ao ecossistema Google — algo que pesa muito para quem já vive no universo do VS Code, Google Search e afins.
Analogias e (Quase) Nostalgia
É impossível não sentir uma certa nostalgia. A sensação de estar vivendo um novo “Gmail VS Hotmail”, só que agora no universo das IA’s para desenvolvedores. O ciclo se repete: concorrentes precisam se reinventar — e rápido. Enquanto isso, nós, desenvolvedores, assistimos de camarote a esse leilão de preços e recursos. Vi essa mesma energia nos fóruns e em conversas descontraídas: todo mundo curioso, testando, debatendo e, claro, aproveitando o melhor momento para experimentar novas ferramentas.

Construindo o PosterFlix na Era das IAs: De Ideia a 15k/mês em 30 Dias
Desenvolver o PosterFlix na era das IAs foi uma experiência que mostrou, na prática, como ferramentas de AI code completion e automação podem transformar uma ideia em produto rentável em tempo recorde. Antes, o ciclo entre conceito, MVP e validação de mercado levava meses. Com assistentes como Claude Sonnet 4, Cursor e Bolt.new, lancei o PosterFlix e alcancei 15 mil reais por mês em menos de 30 dias. Acesse:https://posterflix.online/
O Ciclo de Build Acelerado: IA como Copiloto Real
Desde o início, usar o Cursor e ferramentas de “vibe coding” mudou completamente o ritmo de desenvolvimento. Não foi só autocomplete — a IA entendia o contexto do projeto, sugeria arquiteturas, otimizava prompts para geração de imagens e até antecipava bugs de integração com APIs de IA generativa.
Exemplo prático: Quando precisei integrar a geração de pôsteres via Stable Diffusion e otimizar os prompts para resultados consistentes, a IA sugeriu variações, testou parâmetros e automatizou refinamentos. O que levaria dias de tentativa e erro virou horas de iteração inteligente.
A cada novo estilo de pôster adicionado, as ferramentas de refatoração automatizada mantinham o código limpo, escalável e pronto para novas features — sem acumular débito técnico.
Feedback dos Usuários: IA Traduzindo Dados em Ação
O PosterFlix resolveu um problema real: pessoas queriam criar pôsteres profissionais de filmes sem precisar de designer ou Photoshop. Com a IA integrada ao fluxo de desenvolvimento, consegui:
-
Analisar padrões de uso: quais estilos de pôster eram mais populares
-
Otimizar conversões: ajustes de UX baseados em dados reais
-
Priorizar features: o que os usuários pediam vs. o que realmente usavam
Ferramentas como Google Ads (mesmo com os desafios de tracking) e análise de ASO mostraram o caminho. A IA ajudou a transformar métricas brutas em decisões de produto — desde ajustar CTAs até criar variações A/B de landing pages.
Da Adivinhação à Certeza: Construindo com Propósito
O maior ganho foi parar de adivinhar o que construir. Antes, era comum desenvolver features que ninguém usava. Com o PosterFlix, cada linha de código tinha razão de existir:
-
Validação rápida: MVP em dias, não meses
-
Iteração baseada em dados: usuários reais usando e pagando
-
Foco no que converte: features que geram receita, não só “seriam legais”
A IA não apenas acelerou o código — ela me ajudou a construir o produto certo, validando hipóteses em tempo real.
Automação que Libera para o Estratégico
Com refatorações automatizadas, otimização de prompts de IA e sugestões contextualizadas, sobrou tempo para o que realmente importa:
-
Marketing: otimizar campanhas de Google Ads
-
Monetização: testar modelos de pricing
-
Escala: preparar infraestrutura para crescimento
-
Conteúdo: criar tutoriais e material educativo no YouTube
O PosterFlix provou que, na era das IAs, velocidade é vantagem competitiva. Não é sobre substituir o desenvolvedor — é sobre amplificar capacidade, validar mais rápido e entregar valor real para quem paga.
Nunca foi tão possível transformar uma ideia em negócio real em 30 dias. E isso muda tudo.
Quer saber mais sobre como construí o PosterFlix usando IA? Tenho conteúdo completo no meu canal do YouTube sobre vibe coding, ferramentas no-code/low-code e como validar ideias com IA.
http://www.youtube.com/@felvieira_dev
Conclusão – O Futuro dos IDEs e das IAs: Escolhas, Mudanças e o Prazer de Ser Dev em 2024
Nunca imaginei que, em tão pouco tempo, o universo de AI-powered development se tornaria tão plural e acessível. Olhando para trás, lembro de quando as Cursor AI features eram quase uma exclusividade, e o simples fato de contar com uma IA integrada ao IDE já era motivo de orgulho. Hoje, o cenário mudou radicalmente: nunca tivemos tantas opções de IA para desenvolvimento, com soluções como Cursor, Claude Code e agora o Gemini CLI, cada uma trazendo suas próprias vantagens e desafios.
O mercado de IDEs e IA está em ebulição. A competição entre grandes players e novas soluções open source está forçando uma queda nos preços e, ao mesmo tempo, elevando a qualidade das ferramentas. A balança entre qualidade e preço nunca esteve tão dinâmica. O desenvolvedor com IA, que antes precisava escolher entre pagar caro por recursos avançados ou se contentar com limitações, agora tem poder de escolha real. Seja pelas Cursor IDE features, pelo desempenho do Opus 4 no Claude Code, ou pela gratuidade e robustez do Gemini CLI, cada ferramenta oferece um caminho diferente para aumentar produtividade e criatividade.
Minha decisão, por enquanto, é clara: sigo testando, experimentando e adaptando o fluxo do UserJot. O projeto cresce junto com o ecossistema de IA, e cada nova funcionalidade que implemento me faz perceber o quanto essas ferramentas potencializam meu trabalho. O mais interessante é que, nesse ambiente de mudanças rápidas, não existe mais zona de conforto. Somos forçados a pensar, comparar e, muitas vezes, arriscar novas soluções. E isso é ótimo! Afinal, a pluralidade de ofertas marca o futuro: seja mantendo fidelidade ao Cursor, explorando o Claude ou migrando para o Gemini, é tempo de experimentar e ganhar em produtividade.
Olhando para o futuro, vejo um ecossistema de IA para desenvolvedores cada vez mais aberto, acessível e repleto de oportunidades inovadoras. A pluralidade de soluções faz desse o melhor momento para quem cria software. Não é exagero dizer que
Nunca houve momento melhor para ser desenvolvedor, com tantas ferramentas de IA, planos, marcas e possibilidades à disposição.
A cada nova escolha, a cada ajuste no fluxo de trabalho, percebo que o verdadeiro prazer de ser dev em 2024 está justamente nessa liberdade: poder experimentar, comparar e adaptar. O cenário de IA e desenvolvimento segue evoluindo, e quem se permite sair da zona de conforto só tem a ganhar. Meu conselho? Aproveite esse momento, teste tudo que puder e descubra qual IA faz mais sentido para o seu jeito de programar. O futuro dos IDEs e das IAs é agora — e ele está nas nossas mãos.
TL;DR: Resumindo: nunca foi tão acessível nem tão difícil escolher entre as principais IAs de programação. Se Cursor ainda entrega praticidade, Claude Code Max encanta pelo Opus 4 e, no fim das contas, o novo Gemini CLI do Google mexeu com todo mundo — inclusive comigo. Vale testar, comparar e lembrar: o cenário está mudando, e quem ganha somos nós, desenvolvedores.
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